O poder do eu te amo – Marcos Piangers

A primeira vez que ouvi eu te amo do André fiquei muda, não sabia o que dizer, nunca tinha dito ou ouvido de um homem, ainda não havia amado alguém, namorávamos já algum tempo e estava apaixonada por ele, mas ainda não sabia dizer se era amor, então resolvi me calar (ainda bem que ele não considerou isso uma rejeição).

André me ensinou o que é o amor, não só entre um homem e uma mulher, mas também de pais e filhos, a relação amorosa que ele sempre teve com seus pais, irmã e familiares de uma forma geral me ensinou o “poder do eu te amo”. Um poder que transforma, conforta, ameniza, alegra, supera, traz paz, confiança, aconchego…

Meus pais nunca foram muito de me dizer eu te amo quando criança, apesar de sentir o amor deles através de suas atitudes, a criação que eles tiveram de meus avós não permitia muito isso, nem sei se alguma vez eles ouviram essa frase de seus pais.

Depois que comecei a namorar André (há 17 anos), percebi o quanto o “eu te amo” aproxima e comecei a falar para meus pais. No começo minha mãe só dizia “eu também”, hoje ela já diz “eu também te amo”. Essa pequena frase também me aproximou mais de minhas irmãs e sobrinhos. É muito bom sentir-se amada! E quando ouvimos de quem amamos um eu te amo, carregado de sentimentos, faz toda diferença.

Todos os dias, várias vezes ao dia, eu e André falamos para as crianças o quanto a amamos, que na maioria das vezes vem acompanhado com um abraço e um beijinho. Fazemos questão de demonstrar nosso amor por eles não somente em palavras, mas em gestos também. Outro dia, mandei na lancheira um recadinho para Davi e para Luana, e recebi o seguinte recadinho da professora do Davi na agenda: “Bom dia, família! Hoje nosso pequeno Davi se emocionou com o recadinho de amor, durante o lanche! Parabéns pela iniciativa. Ele realmente se sentiu amado. Segue foto em anexo.”

E é esse poder transformador que Marcos Piangers fala em seu livro “O poder do eu te amo”, ao contar um pouco de sua vida e do que essa frase já o transformou e transformou pessoas, fortalecendo relacionamentos.

“Nunca imaginei que amolecer meu coração transformaria o mundo em um lugar mais suave. Que o amor é contagiante. Avisem por aí. O mundo está cheio de pessoas boas. Se você não consegue encontrá-las, seja uma.”

De rápida leitura e um enorme significado, o mais bacana do livro é a reflexão que ele nos traz, como é bom se sentir amado e que nunca é tarde para começar a praticar.

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Brasília – um novo olhar para uma nova vida

Quando mudei para Brasília em 2007, foi difícil minha adaptação. Sou natural de Campo Grande-MS e sempre morei lá, na mesma casa, e mudar de cidade foi uma grande mudança em minha vida.

O dia foi 10 de fevereiro de 2007, uma semana após meu casamento eu deixava a casa de meus pais pela primeira vez e estava indo viver minha vida de casada a mais de mil quilômetros de distância. Além disso, pedi exoneração do meu cargo e transferi meu curso de direito para cá, vim fazer o  último ano em outra faculdade.

Apesar de estar muito feliz por ter casado com o homem que eu amo e viver ao lado dele era tudo que sempre sonhei, eu não estava completamente feliz. Foi muita mudança para mim, eu que sempre vivi no mesmo lugar durante 26 anos, não conhecia muitas cidades além da minha cidade morena, me vi em uma cidade grande, completamente diferente do que estava acostumada.

Meu primeiro semestre aqui não foi dos melhores, eu na tentativa de me adaptar a tudo, André viaja a trabalho e fica um mês fora de casa, fiquei só no apartamento, ainda bem que havia nossos amigos Ricardo, Valéria e Gabrielle para evitar que eu ficasse tão sozinha.

Após me formar, estudei alguns meses para concursos, mas aí veio a remoção do André para Campo Grande no final de 2008 e eu finalmente iria voltar para minha cidade. Ficamos 9 anos lá, tivemos nossos filhos, estávamos perto da nossa família e amigos. Tínhamos uma vida tranquila. Mas depois que Mariana nasceu veio um desejo grande de mudar, não sabia se era necessariamente de cidade, queria fazer algo novo.

Quando foi em dezembro de 2017, André recebeu uma proposta de trabalho para Brasília. Nunca imaginei que um dia voltaria morar aqui. Quando ele me contou da proposta e me perguntou “e aí vamos?”, respondi sem pensar: “vamos!”. Depois de conversarmos rapidamente sobre os prós e contras, foi que após um hora dele ter recebido a proposta, já estava dando a resposta de aceite ao seu futuro chefe.

Foi aí que as mudanças aconteceram, começamos a vender alguns móveis, pois não iam caber em um apartamento. Procuramos apartamento e escola para as crianças, tudo pela internet e com a ajuda dos amigos. Estávamos naquela incerteza de como seria, como as crianças iriam se adaptar, misturado com uma imensa alegria e expectativa de mudança.

Eu e André não somos mais os mesmos de dez anos atrás, nossos pensamentos e estilo de vida são bem diferentes, e agora temos três crianças, que são nossa prioridade.

Os dois primeiros meses aqui foram de adaptação, André no trabalho, Davi e Luana na escola, eu e Mariana em casa.

Após um ano, vejo o quanto foi bom a mudança para os cinco. Davi e Luana estão adaptados, fizeram novos amigos no prédio e na escola, já se acostumaram com a rotina. André está bem no trabalho. Mariana vai para a escola esse ano. E eu estou muito feliz com a vida em Brasília.

No momento em que tudo dependia de mim, que tinha mais o que fazer em relação as crianças e a casa, foi quando me encontrei na leitura e na escrita. Sinto prazer em ler e escrever, me sinto útil, uma cabeça pensante. Vejo o quanto sou mais do que mãe e esposa, sou uma mulher que tem sonhos e desejos que são só meus, mas que não há problema nisso, que eu posso sim pensar em mim e isso não anula o meu imenso amor de mãe.

Hoje  consigo ver uma Brasília diferente, ou aliás como ela é e sempre foi, linda, onde conseguimos ver longe, sua imensidão, seu céu azul apaixonante, onde habitam pessoas de tudo quanto é lugar do Brasil e do mundo, que se encontram nas diferenças.

Quando estamos abertos a mudanças e permitimos que elas aconteçam em nossa vida, elas vêm repletas de ensinamentos e transformações que nos tornam mais fortes.

Só tenho que agradecer a Deus por ter nos dado a oportunidade de voltar para Brasília, para que com esse novo olhar eu pudesse ver sua beleza. Beleza dessa cidade que apesar de ter os defeitos e qualidades dos grandes centros urbanos, possui uma beleza sem igual.

Sinto saudades da família, dos amigos e da minha cidade Morena, minha Campo Grande, mas ainda bem que existe a internet para amenizar um pouco essa saudade.

Posso dizer que aqui é meu lar, lar da minha família, pois foi onde escolhemos estar, para sempre? Isso não sei dizer, por mais que ouça essa pergunta das crianças, não tenho essa resposta, o futuro a Deus pertence. Só sei que estamos felizes por morar aqui, peço a Deus que continue nos abençoando pelos caminhos que seguirmos.

Paisagem na janela

Outro dia ao caminhar no parque, não consegui perceber nada do que acontecia ao meu redor, mal comecei e já tinha encerrado o percurso que sempre faço, quando dei por mim já estava no carro indo para casa. Não vi o céu azul, as flores, os pássaros, as pessoas, enfim nada, só meu corpo estava caminhando, minha mente estava longe.

Quando vou caminhar feliz e com o coração cheio de gratidão, além de estar sorrindo com os lábios, sorrio com os olhos também. Vejo o quanto o céu de Brasília é lindo, as árvores estão bem verdes por causa das chuvas, e vejo as pessoas, de vários tipos, sozinhas, acompanhadas de amigos, casais, namorados, cachorros ou bebês, mas que sorriem ao me ver sorrindo, várias pessoas me cumprimentam com um oi, com um sorriso ou com um aceno de mão.

Quantas vezes estamos com uma venda nos olhos que não nos permite ver nada e que nos cega para os acontecimentos que estão a nossa volta. Deixamos nos levar por nossos sentimentos, nosso estado de espírito temporário, que não nos permite ver a beleza das coisas e das pessoas.

Quanto perdemos por estarmos nervosos, irritados ou preocupados demais a ponto de não vermos as coisas como elas realmente são. As belas paisagens pela janela do carro que passam sem serem percebidas. As amizades que não são feitas por falta de um simples oi. Um sorriso que perdemos de ver por sequer olharmos para as pessoas.

As perdas, só as percebemos quando já se foram, pois quando estamos no olho do furacão não conseguimos pensar em nada, os momentos vão passando, vão se perdendo e quando percebemos já é tarde demais, não tem como voltar.

Quantas vezes já disseram para você, como está metido, passei por você e nem me cumprimentou, mas seus pensamentos estavam tão longe que não conseguiu ver além de seus próprios pés.

Quantas vezes ao fazer o mesmo caminho percebeu que tal coisa estava ali, que sempre esteve ali, mas que nunca tinha visto.

Nós gostamos muito de viajar de carro, fazíamos várias vezes ao ano o percurso de 420km de Campo Grande-MS a Corumbá-MS, já vivi os dois momentos durante o percurso. Já vi pássaros, animais na pista, as fazendas ao longe, os morros, o ninho do tuiuiú, o rio Paraguai, conversava, ria, curtia a viagem. E também em outros momentos não via nada, quando menos percebia já estava em Corumbá, ficava o tempo todo olhando para o relógio, desejando que o tempo passasse rapidamente e chegássemos logo, é obvio que quando isso acontecia chegava toda dolorida, com os ombros pesados.

Conscientes ou não, decidimos como vai ser, se vamos ou não aproveitar a paisagem na janela.

Respire fundo e simplesmente sinta, quanta coisa perdemos por falta de presença. Quantos sorrisos, olhares, carinhos perdemos por não conseguirmos ver o que está a nossa frente. Que esse ano que está apenas começando, possamos aproveitar mais os pequenos momentos de nossa vida!

O cérebro da criança – Daniel J. Siegel e Tina Payne Bryson

Todos os dias enfrentamos vários desafios para educar nossos filhos e muitas vezes não sabemos como agir em relação a determinadas atitudes de forma a não prejudicar o relacionamento familiar.

Daniel e Tina vem nos mostrar que ao procurarmos entender o que se passa no cérebro de nossos filhos podemos ajudá-los a ter uma vida emocional e intelectual mais saudável, e eles fazem isso através de dicas simples de como agir em determinadas situações.

Os ensinamentos do livro vão além de apenas entender o que se passa com nossas crianças, fazendo nós adultos refletirmos como andam nossos comportamentos não somente em relação a nossos filhos, mas também a nós mesmos.

O fato é que precisamos aproveitar todas as oportunidades que temos para ensinar algo a nossas crianças, como em uma discussão ouvir o ponto de vista do outro e comunicar os nossos desejos de maneira clara e respeitosa.

Algumas dicas do livro são, por exemplo, no caso de uma crise tentar tranquilizá-la e ajudá-la a desviar a atenção para outra coisa.

Já no caso de uma birra, oferecer limites mostrando as consequências de suas atitudes e a controlar impulsos. Conectar e redirecionar, ajudando-a a se acalmar e afastando-a do caos.

Vejo o quanto é essencial aprendermos controlar nossas emoções e expressar nossos sentimentos, e assim ensinar nossos filhos a fazerem o mesmo. As emoções e sentimentos são um estado momentâneo e não uma característica da personalidade, aí está a importância de dizer “você está e não você é de tal maneira”, jamais diga ou permita que seu filho diga “eu sou burro”, “eu sou desastrado” ou qualquer outro rótulo que possa diminui-lo.

Para querer que nossos filhos tenham mais empatia, precisamos nós pais proporcionar-lhes experiências que os levem a pensar mais nos outros. Pensar em suas atitudes e nas consequências delas.

Nossos filhos são como esponjas, além de captar nossos sentimentos, eles costumam agir da mesma forma que nós. Portanto, caso eles estejam tendo alguma atitude inapropriada procure certificar-se que não faz o mesmo, antes de querer recriminá-lo.

Uma dica importante do livro é como reagir em momentos de raiva: usar a visão mental, focar a respiração, tomar água, dar um tempo e alongar ou parar um instante para se recompor. Após conectarmos conosco podemos conectar com nossos filhos, respondendo a eles de forma a estabelecer limites claros e conscientes e, se necessário, reparar qualquer ruptura em nosso relacionamento.

“Os tipos de relacionamentos que nossos filhos vivenciam estabelecerão o modo como se relacionarão com os outros pelo resto da vida. Quanto mais apreciarem o tempo que passam com você e o restante da família, mais valorizarão os relacionamentos e desejarão mais experiências relacionais positivas e saudáveis no futuro.”

Os conflitos entre irmãos são comuns, mas eles não podem ser maiores do que os momentos de diversão que passam juntos. Quanto mais eles se divertem juntos quando criança, maior e melhor será o relacionamento deles quando crescerem, segundo o livro.

Nosso estado mental pode influenciar o estado mental de nossos filhos, quando estamos irritados podemos passar essa irritação a eles, já quando eles estão irritados nós adultos temos o poder de transformar a chateação e irritabilidade em diversão, risos e conexão e assim evitar que aja quebra da paz do lar.

Quando os pais reagem sensivelmente as emoções e as necessidades dos filhos, estes prosperam social e emocionalmente.

Apesar de muitas vezes sentirmos vontade de colocar nossos filhos em bolhas, assim evitarmos que errem e que sofram, agindo desse modo não permitiremos que eles cresçam e evoluam. Nossa responsabilidade é estar presente e ajudá-los a enfrentar todas as adversidades que aparecerem.

No fim do livro os autores apresentam uma ficha para ser destacada e colocada na geladeira, nela há um pequeno resumo do livro de forma que os pais possam consultá-la com facilidade quando acharem necessário. Há também tabelas que podem ser usadas como referência para usar as doze estratégias do cérebro por inteiro a cada nova idade e fase de seu filho.

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O milagre da manhã – Hal Erold

Ler esse livro foi um marco na minha vida, seus ensinamentos são tão profundos e transformadores que mudou a minha forma de ver o que estava acontecendo, parei de inventar desculpas para o que gostaria de fazer e finalmente parti para a ação. Através dele dei inicio a rotina que tenho hoje e os resultados vieram, mudei a minha forma de agir em vários aspectos, me sinto mais tranquila, tenho me dedicado mais ao meu desenvolvimento pessoal o que tem refletido muito no meu convívio familiar.

O autor inicia o livro contando de um acidente trágico que quase lhe custou sua vida, ali ele decidiu não mais reclamar e desejar que sua vida fosse diferente e passou a concentrar-se em seguir em frente, não querer mudar o passado e sim se dedicar a atingir seu potencial e conquistar seus sonhos.

Na recuperação de seu acidente ele descobriu que tudo é possível quando você está comprometido, que não faz sentido ficar remoendo ou se sentindo mal quanto aos aspectos da vida que não podem ser mudadas e que ao nos concentrarmos no que podemos apreender com nossos desafios e em como os utilizamos para agregar valor às vidas dos outros, podemos transformar qualquer adversidade em uma vantagem e foi o que ele fez.

Hal fala da importância de sermos responsáveis por nossa vida, sem culpar os outros, sendo possível superar ou conquistar tudo que desejamos. Sendo o presente uma oportunidade de aprender, crescer e tornar-se melhor do que já fomos.

Ele diz que você pode ter sucesso extraordinário em todas as áreas de sua vida ao mesmo tempo. A maneira que você desperta de manhã, como passa a primeira hora do seu dia,  é o primeiro passo para criar a vida que deseja e há outros passos simples que você pode começar a dar hoje que o farão criar os níveis de sucesso que realmente deseja e merece.

“Se não nos comprometermos a pensar e a viver de um modo diferente da maioria das pessoas agora, estaremos nos preparando para suportar uma vida de  mediocridade, dificuldades, fracassos e remorso – justo como a maioria dos indivíduos.”

Diariamente vivemos e recriamos nosso passado, que segundo o livro é a Síndrome do Espelho Retrovisor. Ocorre que, aonde você está é resultado de quem você era, mas para onde você vai depende inteiramente de quem você escolhe ser, a partir deste momento.

 “Quem está se tornando, é muito mais importante do que o que está fazendo, mas o que está fazendo que determina em quem está se tornando.”

Nos tornamos como a média das cinco pessoas com quem passamos mais tempo, você será puxado pelo nível de pensamento deles e será influenciado pelos hábitos que eles estabelecerem, segundo o autor. O mais engraçado nisso é ver como as pessoas de um grupo específico se parecem, às vezes essa semelhança vai além dos pensamentos, atingindo também seus comportamentos e forma de se vestir.

Quando começamos nosso dia com resistência, isso gera uma energia negativa que carregamos ao longo do dia. Para iniciar nosso dia mais dispostos e evitarmos colocar nosso despertador na soneca, o autor dá cinco dicas fáceis que podem ser implementadas imediatamente:

  • Estabeleça suas intenções antes de deitar – seu primeiro pensamento de manhã costuma ser o último pensamento que você teve antes de ir para a cama;
  • Coloque o despertador do outro lado da cama;
  • Escove os dentes;
  • Beba um copo cheio de água;
  • Vista suas roupas de ginástica.

Estabelecendo uma rotina diária, quando ouvir o despertador tocar você acorda já sabendo o que deve fazer, eliminando a tentação de continuar na cama.

Salvadores da vida, são seis práticas poderosas, descritas no livro, que o capacitarão a alterar, modificar ou transformar qualquer área de sua vida, são eles:

1 – silêncio – iniciar o dia com um período de silêncio intencional fará com que você reduza os níveis de estresse, começando o dia com calma, clareza e paz de espírito permitindo se concentrar naquilo que é mais importante. As atividades do autor durante o período de silêncio são: meditação, oração, reflexão, respiração profunda, gratidão, fazendo-as individualmente ou combinadas;

2 – afirmações – as afirmações transformam a maneira como você pensa e sente, servindo como importante instrumento para superar suas crenças e seus comportamentos limitadores e substituí-los por aqueles de que necessita para ter sucesso. Reprogramando-se para superar todos os medos, inseguranças, maus hábitos e qualquer crença autolimitadora e destrutiva que impedem ter sucesso em qualquer área da vida que desejamos. Segundo o autor para as afirmações serem eficazes é necessário sentir emoções enquanto as lemos;

3 – visualização – imaginar exatamente aquilo que você deseja realizar ou conseguir, e , depois, ensaiar mentalmente o que precisará fazer para realizá-lo ou consegui-lo;

4 – exercícios físicos – para manter boa saúde e aumentar sua energia. “Se você não criar tempo para exercícios, provavelmente precisará criar tempo para doenças.” Robin Sharma;

5 – leitura – a maneira mais rápida para realizar tudo que você deseja é seguir o modelo de gente de sucesso que já realizou;

6 – escrever – para documentar seus insights, ideias, descobertas, realizações, sucessos e lições aprendidas.

Eu gosto de iniciar o meu dia com oração, gratidão e reflexão, depois durante a meditação faço a respiração profunda, afirmação e visualização. Tomo minha água e começo minha escrita, três folhas, o que dura cerca de meia hora. Após, inicio a leitura de algum livro. Depois de deixar as crianças na escola vou fazer minha caminhada no parque, na companhia da minha filha Mariana, que só irá para escola no ano que vem. Essa tem sido minha rotina, nem sempre consigo seguir essa ordem e fazer tudo que planejei, mas tenho me esforçado para não desistir.

“Tudo é difícil antes de ser fácil. Toda experiencia nova é desconfortável, antes de ser confortável.”

Essa frase é mais que verdadeira, pois até um hábito ser consolidado inventamos desculpas para não fazê-lo, mas quando persistimos vemos o quanto compensador foi não ter desistido.

O autor demonstra como é possível fazer o milagre da manhã em pouco tempo, no caso citado do livro foi em 6 minutos, sendo um minuto para cada salvador da vida: silencio; afirmações; visualização; escrever o que é grato; ler um trecho de um livro; e movimentar seu corpo por 60 segundos.

Quando uma pessoa tem uma vida de sucesso, ela tem hábitos que criam e mantêm seu sucesso, por isso faça o que é certo, não o que é fácil. Ao aceitarmos desafios que estão fora da nossa zona de conforto, somos obrigados a crescer, a expandir nossa capacidade e a ser e fazer mais do que estamos acostumados.

“Onde você está é resultado de quem você era, mas onde você termina depende inteiramente de quem você escolhe ser a partir deste momento.”

Esse nosso blog é apenas uma das inspirações que vieram após as coisas que aprendi no livro.

Acorde mais cedo! Viva sua vida!

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